Semeadores

domingo, 18 de setembro de 2011

Infraestrutura de Natal

Área e população

Natal tem uma área de 172 Km² e população estimada em 800 mil habitantes. A expansão urbana vem ocorrendo em direção aos municípios de Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, formando a Grande Natal. 

Clima e Altitude

Dada a proximidade com a Linha do Equador e a sua configuração geográfica, Natal tem temperatura média de 28°C, apresentando dias com até 15 horas de sol. Sua precipitação pluviométrica é regular e o seu clima, tropical. A altitude média é de 31 metros. 

Turismo

Natal é famosa pelas suas lindas praias, pontos turísticos, lagoas, dunas, ótimo clima e ar puro. As praias mais famosas são Genipabu, onde você pode desfrutar de inesquecíveis passeios de bugues pelas suas lindas dunas, Pirangi onde se encontra o grande cajueiro, Pipa entre outras. 

Mas Natal não tem só praias e conta com uma ótima culinária Nordestina, artistas populares e uma hospitalidade única no mundo. 

Para receber a visita de turistas do mundo inteiro, Natal vem juntamente com os empresários, governo do estado e do município, oferencendo incentivos para a formação da infra-estrutura turística, gerando o aparecimento de hotéis de boa qualidade, pousadas, restaurantes e vendendo potencial turístico de Natal nas grandes capitais brasileiras e no exterior. A sua rede hoteleira oferece ao visitante as opções de desfrutarem de diversas localizações de hotéis, sendo no entanto, mais valorizados aqueles que estão à beira mar, pois unem o turista, a uma paisagem belíssima que, certamente, só será encontrada nesta região. 

Recentemente, Natal recebeu o título de Ar Mais Puro das Américas (Segundo a NASA).

Infraestrutura

A cidade de Natal tem uma boa infra-estrutura básica. Hoje quase 100% de seus domicílios são atendidos pela rede elétrica e mais de 93% são ligados ao abastecimento de água. Por outro lado, menos de 30% têm saneamento básico. Sua economia é baseada no turismo e na extração mineral. Há um bom número de pousadas e hotéis, alguns de grande porte, principalmente na Via Costeira, um dos locais mais atraentes para projetos turísticos. Embora seus principais atrativos naturais estejam ao longo da costa, fora dos limites do município, é em Natal que se concentra a maior parte da estrutura hoteleira, que ainda precisa expandir-se.
O serviço portuário vem se modernizando e já apresenta tarifas competitivas. O aeroporto Augusto Severo, localizado no município de Parnamirim, foi ampliado para 10 mil metros quadrados, oferecendo condições adequadas de embarque e desembarque anual de 1,5 milhão de passageiros e uma movimentação de 8 milhões de toneladas de carga, podendo atingir uma demanda de 3 milhões de pessoas nos próximos dez anos. O comércio em Natal é diversificado, com setores modernos, como a zona sul, endereço de shoppings centers e condomínios, e também tradicionais e populares, como o Alecrim.
História de Natal

A história da Capitania do Rio Grande do Norte teve início a partir de 1535 com a chagada de uma frota comandada por Aires da Cunha, a serviço do donatário João de Barros e do Rei de Portugal, e que tinha o objetivo de colonizar as terras da região. A tentativa de colonização, porém, era impedida pela forte resistência dos índios potiguares e de piratas franceses traficantes de pau-brasil. Estava iniciada a trajetória histórica da área situada na esquina da América do sul. 

No dia 25 de dezembro de 1597, sessenta e dois anos após a frustrada tentativa de Aires da Cunha, uma esquadra comandada pelo Almirante Antônio da Costa Valente, e integrada por Francisco de Barros Rego, Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, entrava na barra do rio Potengi. 

A primeira providência tomada pelos expedicionários foi tomar precauções contra os ataques indígenas e dos corsários franceses. Doze dias depois da chegada, no dia 06 de janeiro de 1598, começaram a construção de um forte sobre os arrecifes situados nas redondezas da chamada Boca da Barra. A edificação foi chamada de Fortaleza dos Reis Magos, devido ter sido iniciada no dia consagrado aos Santos Reis. O forte foi concluído no dia 24 de junho do mesmo ano e, nas circunvizinhanças, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de cidade dos Reis. Tempos depois, o povoado mudou de nome passando a se chamar Cidade do Natal. Para alguns escritores o nome Natal é explicado em duas versões: a primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Potengi; a segunda tem ligação direta com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599. 

Com a presença holandesa na região, a vida da cidade que começava a evoluir foi inteiramente mudada. Devido ao domínio Holandês, A fortaleza passou a se chamar Forte de Kenlen e Natal virou Nova Amsterdã no período de 1633 a 1654. Com a saída dos invasores, a vida da cidade voltou à normalidade. 

Seu crescimento foi acentuadamente lento nos primeiros séculos de sua existência. Segundo o historiador Câmara Cascudo, em 31 de dezembro de 1805 Natal tinha apenas 6.393 habitantes. Porém, no último ano do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16.000 pessoas. A cidade começou a se desenvolver em ritmo mais acelerado somente a partir de 1922. As primeiras atividades urbanas tiveram início no bairro da Ribeira, situado na parte baixa da cidade, próximo à foz do rio Potengi. Natal expandia-se em direção ao centro, atual bairro da Cidade Alta. Na década de quarenta, a deficiente estrutura física da cidade provocou o adensamento das áreas urbanizadas, sobrecarregando-as de novos logradouros, notadamente no bairro do Alecrim. 

Pela sua privilegiada posição geográfica, localizada no litoral nordestino, na chamada esquina do continente ou esquina do atlântico, Natal foi favorecida pelo advento da Segunda Guerra Mundial. A cidade cresceu e evoluiu com a presença de contingentes militares brasileiros e aliados, consumando-se o seu progresso com a construção das bases aérea e naval, local de onde as tropas partiam para o patrulhamento e para a batalha na defesa do atlântico Sul, e na realização das campanhas militares no norte da África; fatos esses que lhe valeram para a região o apelido de “Trampolim da Vitória”.
NATAL - RIO GRANDE DO NORTE - BRASIL

sábado, 17 de setembro de 2011

SEMINÁRIO DOS OBJETIVOS DO MILÊNIO

BANNER DO SEMINÁRIO COM A LOGO DOS PARCEIROS
LANÇAMENTO DA 4º EDIÇÃO DO PRÊMIO ODM BRASIL

Natal foi palco, ontem, do Seminário de Lançamento da 4ª Edição do Prêmio ODM Brasil. O evento, ocorrido no auditório da FIERN, contou com a presença de Cláudio, José Claudinor e Luci Olivieri, da Secretaria Geral da Presidência da República, autoridades locais e representantes do Banco do Brasil, Banco de Nordeste, Caixa Econômica e Petrobrás, parceiros nacionais, e as ONG Terra Mar e Semear, dentre outras, como apoio local.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram definidos após várias conferências mundiais realizadas na década de 1990. Em 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou, em Nova Iorque (EUA), a Cúpula do Milênio, quando 191 países (entre eles o Brasil) definiram as metas para tornar o mundo melhor e mais justo até 2015.

São 8 os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM): Acabar com a fome e a miséria; Educação básica de qualidade para todos; Igualdade entre sexos e valorização da mulher; Reduzir da mortalidade infantil; Melhorar a saúde das gestantes; Combater a AIDS, a malária e outras doenças; Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; e, Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento.

Na parte da tarde, os participantes do evento assistiram a apresentação alegre e colorida do Grupo de Danças (Xaxado) de Parnamirim. O grupo, formado por jovens de escolas públicas de Parnamirim, apresentou duas esplêndidas coreografias e ao final foram aplaudidos entusiasticamente pelo público presente.